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Qual a diferença entre FUE e DHI?


A diferença principal entre FUE e DHI está na forma de implantação dos folículos. Na técnica FUE, os canais receptores são abertos primeiro e os folículos implantados em seguida. Na DHI, a extração e a implantação acontecem com um instrumento específico (a caneta implanter, ou caneta Choi), que abre o canal e posiciona o folículo em um único movimento.

Como funciona a técnica FUE?

Na FUE (Extração de Unidade Folicular), os folículos são retirados um a um da área doadora, geralmente na parte de trás e lateral da cabeça, usando um instrumento de microincisão. Depois da extração, o médico abre pequenos canais na área a ser tratada e implanta os folículos manualmente. É uma técnica que não deixa cicatriz linear, apenas pontos pequenos e dispersos na área doadora.

Como funciona a técnica DHI?

Na DHI (Implantação Direta de Cabelo), a extração dos folículos segue o mesmo princípio da FUE, mas a implantação usa a caneta implanter, que já contém o folículo e o insere diretamente na pele, sem abrir o canal receptor antes. Esse processo permite mais controle sobre o ângulo, a direção e a profundidade de cada folículo implantado.

Quais as principais diferenças na prática?

O instrumento usado na implantação muda (manual na FUE, caneta implanter na DHI), assim como o tempo que os folículos ficam fora do corpo (na DHI costuma ser menor, o que pode favorecer a sobrevivência dos enxertos), o controle de densidade e direção dos fios (mais preciso na DHI) e o tempo total do procedimento (a DHI tende a ser mais demorada, por ser mais minuciosa).

Qual técnica é melhor?

Não existe uma técnica superior para todos os casos. A escolha depende do grau de calvície, da área a ser tratada, da densidade desejada e da avaliação médica de cada paciente. Em alguns casos, o médico pode até combinar elementos das duas abordagens.

Como saber qual técnica é indicada para o meu caso?

A definição da técnica mais adequada faz parte da avaliação médica presencial. No Instituto Main, o Dr. Luís Eduardo Pires (CRM 202.561) analisa o caso e recomenda a técnica, FUE ou DHI, que melhor atende ao resultado esperado.

Leia também: se o resultado do transplante é permanente e como funciona a recuperação pós-operatório.

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Para saber qual técnica é mais indicada para o seu caso, agende uma avaliação sem compromisso em Presidente Prudente.

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