Um transplante capilar com resultado natural depende de quatro fatores: o desenho da linha frontal, o ângulo e a direção de cada fio, a distribuição da densidade e a experiência de quem planeja e executa o procedimento. Com as técnicas FUE e DHI bem executadas, o resultado tende a ser discreto e difícil de perceber.
O que define um resultado natural?
A linha frontal precisa respeitar as proporções do rosto e ter a irregularidade de um cabelo natural, nunca uma linha reta. Cada folículo deve ser implantado no ângulo que acompanha o crescimento natural daquela região. A densidade também não deve ser uniforme: no cabelo natural ela varia, e o transplante precisa imitar isso. Na linha frontal costumam ser usados folículos de um fio só; os de dois ou três fios vão para as áreas internas, criando volume de forma gradual.
FUE e DHI ajudam a ter um resultado natural?
Sim. As duas técnicas não deixam cicatriz linear e permitem planejar a posição de cada fio. A DHI oferece mais controle sobre ângulo e direção na implantação, o que ajuda em áreas como a linha frontal.
Como avaliar se uma clínica entrega resultado natural?
Peça para ver fotos de antes e depois de pacientes reais, de preferência com meses de acompanhamento. Confirme quem faz o planejamento e o procedimento, e desconfie de promessas de densidade muito alta em uma única sessão, que podem comprometer o resultado estético.
No Instituto Main, o planejamento e o procedimento ficam com o Dr. Luís Eduardo Pires (CRM-SP 202.561), pós-graduado em Tricologia e Transplante Capilar.
Leia também: a diferença entre as técnicas FUE e DHI e a diferença entre transplante feito por médico ou técnico.
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