Depende da técnica. As técnicas modernas FUE e DHI não deixam cicatriz linear: deixam apenas micropontos na área doadora, que ficam praticamente imperceptíveis depois da cicatrização. Já a técnica mais antiga, FUT (ou “strip”), deixa uma cicatriz linear na parte de trás da cabeça.
Técnica FUT: por que deixa cicatriz?
Na FUT, uma faixa de couro cabeludo é retirada da área doadora, os folículos são separados e depois implantados. A retirada da faixa exige sutura e deixa uma cicatriz linear, que pode ser disfarçada com cabelo mais comprido, mas aparece com o cabelo raspado.
Técnica FUE: sem cicatriz linear
Na FUE, os folículos são extraídos um a um com microinstrumentos. Cada extração deixa um microponto de cerca de um milímetro, sem corte contínuo e sem sutura.
Técnica DHI: mesma extração, implantação mais precisa
A DHI segue o mesmo princípio da FUE na extração, então também não deixa cicatriz linear. A diferença está na implantação, feita com a caneta implanter (caneta Choi), que dá mais controle sobre ângulo e profundidade de cada fio.
Comparativo
- FUT: cicatriz linear na área doadora. Técnica mais antiga.
- FUE: micropontos, sem cicatriz linear.
- DHI: micropontos, sem cicatriz linear, com mais controle na implantação.
Quais técnicas o Instituto Main utiliza?
O Instituto Main realiza transplante capilar pelas técnicas FUE e DHI. A escolha entre elas é feita pelo Dr. Luís Eduardo Pires (CRM-SP 202.561) na avaliação individual de cada paciente.
Leia também: a diferença entre as técnicas FUE e DHI e quais os riscos do procedimento.
Agende uma avaliação sem compromisso para tirar suas dúvidas antes de decidir.


