Em Presidente Prudente, o Instituto Main realiza transplante capilar com a técnica DHI, além da FUE. Na DHI, os folículos são retirados um a um da área doadora e implantados com uma caneta implantadora, que abre o canal e posiciona o fio no mesmo movimento. O procedimento é feito pelo Dr. Luís Eduardo Pires, e a escolha da técnica depende de avaliação médica.
O que é a técnica DHI?
DHI é a sigla em inglês para implante direto de cabelo. A extração dos folículos é igual à da FUE: unidade por unidade, com um instrumento fino, da nuca e das laterais.
A diferença está no implante. Em vez de abrir todos os canais antes e depois colocar os folículos, o médico usa um implantador em forma de caneta. Cada folículo é carregado na caneta e implantado direto no couro cabeludo, com controle do ângulo, da direção e da profundidade.
Quando a DHI costuma ser indicada?
A DHI é útil em situações como:
- adensar áreas que ainda têm cabelo, porque permite implantar entre os fios existentes;
- desenhar a linha frontal, onde o ângulo de cada fio faz diferença no aspecto natural;
- casos em que se quer evitar raspar a área receptora.
Isso não quer dizer que a DHI seja sempre melhor que a FUE. As duas técnicas são válidas e muitas vezes se complementam. O médico escolhe a abordagem conforme a área, o volume de fios e o objetivo de cada paciente.
Como é o processo no Instituto Main em Presidente Prudente?
Tudo começa com a avaliação. Nela, o Dr. Luís Eduardo Pires analisa a causa da queda, a área doadora, as áreas a tratar e a saúde geral, e explica se o transplante é indicado e qual técnica faz mais sentido.
Se houver indicação, o planejamento inclui o desenho da área a ser preenchida e a estimativa de folículos necessários. A cirurgia é feita com anestesia local. Depois, o paciente recebe as orientações de cuidados e segue com o acompanhamento.
Quando aparece o resultado da DHI?
O ritmo é o mesmo de outras técnicas de transplante. Nas primeiras semanas, é esperado que boa parte dos fios transplantados caia. A raiz continua no couro cabeludo, e os novos fios começam a crescer depois de alguns meses. O resultado final leva mais tempo para se definir, e o ritmo varia de pessoa para pessoa.
Nesse período, seguir as orientações do pós-operatório e manter o tratamento clínico indicado ajuda a proteger tanto os fios transplantados quanto os que já existiam.
Preciso raspar o cabelo para fazer DHI?
Nem sempre. Como a caneta implantadora permite colocar os folículos entre os fios existentes, a DHI costuma ser uma opção quando se quer evitar raspar a área receptora. A área doadora, porém, geralmente é raspada, ao menos em parte, para facilitar a extração. Se é possível trabalhar sem raspar no seu caso, isso é definido na avaliação.
Quem atende em Presidente Prudente?
O responsável é o Dr. Luís Eduardo Pires (CRM-SP 202.561), pós-graduado em Medicina Esportiva, Tricologia e Transplante Capilar. Ele faz o planejamento e os procedimentos de transplante capilar e conduz a avaliação de queda de cabelo.
Presidente Prudente é a sede do Instituto Main, o que facilita os retornos para quem mora na cidade e na região.
Onde fica a unidade?
R. Eng. Alfred Johan Liemert, 237, Sala 04, Res. Pacaembu, Presidente Prudente (SP), CEP 19061-251. Telefone: (18) 99826-7801.
Quais outros tratamentos existem na unidade?
Além do transplante capilar, o Instituto Main oferece transplante de barba, transplante de sobrancelhas, mesoterapia capilar e LEDterapia (fotobiomodulação). A indicação de cada um depende de avaliação médica individual.
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